quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Carta Endereçada aos Jovens

Sábado, 02 de maio de 2009


CARTA ENDEREÇADA AOS JOVENS E AOS PAIS DO BRASIL:

- Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane minha amiga, para escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais.- Eu era uma jovem "sarada", criada em uma excelente família de classe média alta deFlorianópolis. Meu pai é Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e o que tem de melhor, inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar.-Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o final do concurso que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um Book na Agência Elite em São Paulo.- Sempre me destaquei pela minha beleza física,chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de "Floripa", Coração de Jesus. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés. Nos finais de semana frequentava shopping, praias, cinema, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer as pessoas saradas, física e mentalmente. - Porêm, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 1994. - Fui com uma turma de amigos para a OCTOBERFEST em Blumenau. Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no "Bude",famoso barzinho da Rua XV.- └ noite fomos ao "PROEB" e no "Pavilhão Galego"tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco. Aquela movimentação de gente era trimaneira "".Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia de OCTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP. - Que sensação legal curti a noite inteira "doidona",beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os "meganha", porque menor não podia beber; mas agente bebeu a noite inteira e os "outros" não percebiam. Lá pelas 4 h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento quase "vomitei as tripas", mas o meu grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles como tensão pré-menstrual.- No sábado conhecemos uma galera de S. Paulo, que alugaram um ap" no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino-. Bebi um pouco no sábado, a festa não estava legal, mas lá pela 5:30 h da manhã fomos ao "ap"dos garotos para curtir o restante da noite.Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado "Cigarro de Maconha", que me ofereceram. No começo resisti, mas chamaram a gente de "Catarina careta", mexeram com nossos brios e acabamos experimentando.-Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora experimentei novamente. O garoto mais velho da turma o "Marcos", fazia carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem aquele dia. Retornamos a"Floripa" mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não
Demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino "DRUGS". Aos poucos meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem perceber eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano. Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria. Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela ficava mais
Forte, e aos poucos não só compartilhávamos a seringa e sim o sangue que cada um cedia para diluir o pó.No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível. Comecei a comprar a "branca" a R$ 7,00 o grama,
Mas não demorou muito para conseguir somente a R$ 15,00 a boa, e eu precisava no mínimo 5 doses diárias.Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus "novos amigos".as vezes a gente conseguia o "extasy", dançávamos nos "Points" a noite inteira e depois farra. O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida. Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas. Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem. Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha família foi se desestruturando. Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação. Meus pais sempre com muito amor gastavam fortunas para tentar reverter o quadro. Quando eu saía da Clínica aguentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família. Em dezembro de 1997 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha. Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha. Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando, família, amigos, pais, religião, Deus, até Deus, tudo me parecia ridículo. Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los.Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo. Estou internada, com 24 kg, horrível, não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca... No qual com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim. OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universa deflora e a enfermeira Danelise, que cuidava de Patrícia, veio a comunicar que Patrícia veio falecer 14 horas mais tarde depois que escreveram essa carta, de parada cardio-respiratória em consequência da
AIDS. Por favor, repassem esta carta. Este era o •último desejo de Patrícia.
POR FAVOR ,AMIGOS, PEÇO-LHES ENCARECIDAMENTE QUE ENVIEM ESSA CARTA A TODOS... SE ELA CHEGOU A SUA MÃO NÃO POR ACASO! SIGNIFICA QUE VOCÊ FOI ESCOLHIDO PARA AJUDAR ALGUÊM!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

UM POUCO MAIS DE INQUISIÇÃO

A Santa Histeria (parte 6) | Imprimir |

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Existem histórias de cidades onde, após a visita do Sagrado Tribunal, poucas pessoas restaram para repovoá-la. Algumas transformaram-se em ruínas e foram abandonadas pelos poucos sobreviventes, pois haviam se tornado cenário de morte e horrores indescritíveis.

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Em Trier, na Alemanha, eram tantas as acusações que vários tribunais tiveram que se deslocar para a cidade. No período de três anos, cerca de 6500 pessoas foram mortas acusadas de bruxaria. Uma mulher, enquanto preparavam sua pira, começou a gritar os nomes de outros bruxos da cidade. Nomeou mais de cem pessoas, inclusive a mulher que a havia denunciado e todas as suas filhas. Duas crianças, filhas de uma temerosa mulher cristã, identificaram, sozinhas, mais de cinqüenta bruxas. No vilarejo vizinho, Treveris, apenas uma mulher permaneceu com vida.

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As aldeias que ficavam próximas a Bèziers, na França, um dos maiores alvos da inquisição por abrigar diversos cátaros, fugiam para as florestas e montanhas, pois ser pobre, naqueles tempos, também era suspeito. Em Toulouse, também na França, o povo se rebelou contra as injustiças praticadas e foi pedir clemência ao conde da província, Guillaume Pelhisson, também inquisidor. Ao procurar o tribunal e expor seus temores de uma revolta, Pelhisson foi abrandado pelo cardeal da região, que lhe assegurou que não haveria revolta. Quinze dias depois, um exército de mil homens chegou à cidade, queimando casas e matando gratuitamente todos que encontrava pela frente.

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No dia 24 de agosto de 1572, teve início aquele que seria considerado um dos maiores massacres da história da igreja. Temendo um golpe de estado por parte dos protestantes, a rainha francesa Catarina de Médici, contrariando o Tratado de Paz de Saint-Germain, uniu-se aos principais líderes religiosos da França e planejou o evento que ficaria conhecido como ‘A Noite de São Bartolomeu’. Naquela noite, cerca de três mil líderes protestantes foram retirados de suas casas e degolados em praça pública, dando início à chacina que se estenderia até outubro. Acredita-se que de 70 a 100 mil pessoas tenham sido mortas nos massacres. Cadáveres em decomposição eram encontrados nos rios franceses até seis meses depois. O papa Gregório XIII, em comemoração ao massacre, ordenou que os sinos de Roma ressoassem por um dia inteiro de graças e encarregou o pintor Giorgio Vasari de pintar um mural celebrando o evento. Trezentos anos depois, o escritor Alexandre Dumas imortalizaria a Noite de São Bartolomeu em seu romance ‘La Reine Margot’. Uma medalha cunhada também em comemoração ao massacre pode ser vista no famoso Museu do Louvre.

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O único crédito dado às testemunhas vinha do discernimento dos próprios inquisidores. Cartas anônimas, relatos isolados, fofoca, testemunhos oculares, tudo servia como estopim para o julgamento. Aqueles acusados de crimes menores, como bigamia, heresia ou por estender toalhas limpas na janela, eram submetidos a interrogatórios extensos e obrigados a reconciliar-se com a Igreja. Ao admitir sua culpa, recebiam chicotadas ou argolas de ferro no pescoço, tinham suas casas queimadas e podiam ser condenados a vagar até que as coleiras presas ao pescoço enferrujassem e caíssem ou a servir como escravos para os próprios inquisidores.

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Os advogados de defesa eram nomeados pela própria inquisição e convenciam os réus a confessar seus crimes. Muitos, inocentes das acusações, teimavam em declarar sua inocência, mas eram condenados de qualquer forma. Se, antes de queimar, o condenado implorasse para morrer na lei de Cristo, era primeiro chicoteado até a morte e depois queimado.

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Em seu livro ‘Witchcraft’, o pesquisador estadunidense Justine Glass afirma que cerca de nove milhões de pessoas foram mortas nos séculos da inquisição. Segundo ele “estas pessoas não ofenderam a igreja, não fizeram caricaturas de Cristo, não desonraram os papas nem praticaram qualquer tipo de delito injurioso. Seu único pecado foi tão somente nascer”.

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Verdadeiros conspiradores da igreja, só os inquisidores estavam livres do terror das acusações. Talvez esta tenha sido a profissão mais segura e gratificante do obscurantismo. E para exercê-la não havia necessidade de grandes atributos intelectuais. Bastava ter as doses certas de sadismo, inclemência e... desumanidade.

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UNA Brasil - União Nacional de Ateus
MPU | IntMag

UM POUCO DE INQUISIÇÃO

A Santa Histeria (parte 5) | Imprimir |

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Fosse qual fosse a psicopatia que dominava Sprenger e Kraemer, ela era contagiosa. Logo, havia uma tensão dominante em todas as vilas e cidades onde apareciam os inquisidores. Qualquer pessoa podia ser acusada de bruxaria. Mulheres de má aparência, mulheres lindíssimas, velhas solitárias, damas da sociedade, pais de família, trabalhadores braçais, vizinhos indesejáveis, ex-esposas, protestantes, ciganos, judeus, muçulmanos, padres, monges, freiras, nobres, plebeus, comerciantes, prostitutas.

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A chegada dos inquisidores era espetacular. Grandes caravanas adentravam nas cidades precedidas por um verdadeiro exército de Gladius Dei, soldados que formavam o braço armado da inquisição; em seguida vinham os scholars, que eram estudiosos de bruxaria e, comumente, tinham o Malleus na ponta da língua; depois vinham os discípulos de São Cipriano, homens que, curiosamente, aprendiam todos os feitiços com as bruxas e podiam usá-los sem sofrer qualquer represália; por fim, chegavam os membros do Sagrado Tribunal do Santo Ofício, os inquisidores, que detinham o poder de julgar e condenar qualquer suspeito de bruxaria. Atrás deles, vinham todos os parasitas da igreja, uma turba de trabalhadores braçais, concubinas e serviçais pessoais. Entre eles, vinham as piras, conduzidas por uma legião de escravos, imensas carroças com uma estaca central já queimada pelo excesso de uso e correntes enegrecidas por julgamentos anteriores. A visão da pira fazia estremecer até as mais nobres almas.

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Uma vez instalados, os inquisidores tomavam as praças da cidade para fazer seu pronunciamento. Não comparecer era considerado suspeito e todos acorriam à praça, temerosos de suas vidas. Os inquisidores então diziam que naquele povoado havia indícios de bruxaria e que aqueles que denunciassem as bruxas locais receberiam indulgência da igreja. O processo de denúncia era, na maior parte das vezes, anônimo. E qualquer vítima de denúncia era considerada imediatamente como bruxa.

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Não havia apelação.

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O processo da inquisição era dos mais cruéis. O acusado era levado diante dos juízes sem qualquer chance de defesa. Uma vida religiosa intensa, a devoção a Igreja, benfeitorias e nobreza, nada era válido diante das acusações. Quando presos, eram imediatamente submetidos às mais variadas formas de tortura para obter uma confissão. As provas ordálicas, que podiam inocentar os acusados, eram cruéis, se não sádicas. Mas todos os acusados tinham direito a elas.

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Os que escolhiam a água, eram amarrados em grandes cruzes de madeira e jogados em lagos com a cabeça para baixo. Se morressem, eram considerados inocentes, mas se sobrevivessem, era sinal que o demônio os protegia e eram imediatamente levados à fogueira. Os que escolhiam o fogo tinham que segurar ferros em brasa ou mergulhar as mãos em óleo fervente por quanto tempo julgasse necessário o inquisidor, então ficavam três dias com as mãos envoltas em ataduras. Se quando as ataduras fossem retiradas as mãos estivessem lisas e impecáveis, deus os havia protegido e eram então libertados (!). Quando os acusados morriam durante as provas eram considerados inocentes e podiam ser enterrados em solo sagrado. No entanto, todos os seus bens eram confiscados e vendidos em leilão para a manutenção do Santo Ofício e seus órfãos eram entregues aos padres locais para transformá-los em padres ou escravos.

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A pesquisadora Cristine Vieira Vilarino, em seu livro ‘Malleus – Os Instrumentos de Tortura da Santa Inquisição’ faz um compêndio das ferramentas usadas pelos inquisidores nas câmaras de tortura, onde arrancavam as confissões dos acusados, ou nas praças públicas, onde sofriam a pena. Entre os mais cruéis instrumentos de execução, destacam-se as Gaiolas Suspensas, a Roda para Despedaçar, a Submersão em Azeite, A Serra, a Mesa de Evisceração. Entre os de tortura sobressaem-se o sarcófago de ferro, a gaiola de cravos, o cavalo de estiramento, o berço de Judas, o Esmagador de Polegares, o Quebrador de Joelhos, as Garras de Gato, a Pêra Retal ou Vaginal.

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Acreditando que todos os instrumentos dispensem descrições detalhadas, falaremos apenas do último, a título de esclarecimento.

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O instrumento, feito de ferro e em formato de pêra (daí seu nome), era introduzido no reto ou na vagina da vítima e ali era aberto através de um parafuso até que atingisse sua abertura total, que podia chegar a três vezes seu tamanho original, o que causava estragos nos tecidos internos, hemorragias e infecções que, invariavelmente, levavam à morte. Era usada para torturar prostitutas, adúlteras e homossexuais.

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O especialista em religião Michael Baigent em seu livro ‘A Inquisição’, situa o Malleus como um manual de crueldades do tipo ‘Faça Você Mesmo’ e usa das seguintes palavras para defini-lo: “Na verdade, constitui um compêndio de psicopatologia sexual, e é uma esclarecedora ilustração de fantasia patológica em exuberante desvario”. O Malleus fala em súcubos e incubus, sêmen e menstruação, gravidez, traição, sexo, órgãos sexuais, amantes, sedução. Ainda assim, era leitura obrigatória entre magistrados, juízes, bispos, cardeais e autoridades em geral. E engana-se quem pensa que apenas os católicos faziam uso dele. Seguidores da Reforma Protestante, que acontecia em meados de 1517, também passaram a utilizá-lo na acusação dos hereges. Um dos argumentos mais usados era que a própria bíblia incitava os cristãos a lutarem contra os “principados e potestades, contra os dominadores desse mundo tenebroso”. Na apresentação do livro, Sprenger e Kraemer afirmam que a crença nas bruxas é tão essencial que “manter obstinadamente a opinião oposta tem sabor manifesto de heresia”.

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Outro ingrediente fundamental para a explosão da Inquisição era o confisco de bens e propriedades. Se tudo que o acusado possuía era revertido à igreja após seu ‘assassinato’, por quê enriquecer as custas de propriedades pobres e bens de baixo valor? Já nas primeiras décadas do século 16, as caravanas dos inquisidores eram cercadas de pompa e soberba. Milagrosamente, apareciam cada vez mais bruxas entre o clero e a nobreza. Reis, dignatários e senhores feudais eram acusados e suas posses eram revertidas à causa. Castelos, vilas, ouro e jóias eram, assim, tomados e vendidos pelos inquisidores, que muitas vezes banqueteavam-se na mesa dos condenados, bebiam seu vinho e vestiam suas roupas mais finas, enquanto estes ardiam na fogueira. Havia tantos casos de descendentes nobres morrendo que fome que a igreja, em 1561, viu-se obrigada a mudar algumas regras, permitindo o sustento de filhos dos condenados com o dinheiro amealhado pela venda das propriedades.

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Michael Baigent conta que, no México, a Inquisição se ocupou em gerar riqueza para a igreja, administrando os bens e propriedades confiscados. “Não raro, fabricava acusações contra indivíduos com o único objetivo de obter seus bens e propriedades que jamais eram devolvidos, mesmo sendo o acusado inocentado”.

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UNA Brasil - União Nacional de Ateus
MPU | IntMag

Que Tipos de Pessoas Vivem neste lugar?

Conta uma popular lenda do Oriente, que um jovem chegou
à beira de um oásis, junto a um povoado
e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:
Que tipo de pessoas vive neste lugar?
Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem? -
Perguntou pôr sua vez o ancião.
Oh! Um grupo de egoístas e malvados - replicou-lhe o
rapaz - estou satisfeito de haver
saído de lá.
A isso o velho replicou: a mesma coisa você haverá de
encontrar pôr aqui.
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para
beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
Que tipo de pessoas vive pôr aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta:
Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu:
Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas,
hospitaleiras. Fiquei muito triste pôr ter
de deixá-las.
O mesmo encontrará pôr aqui, respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou
ao velho:
Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma
pergunta?

Ao que o velho respondeu:
Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que
vive. Aquele que nada encontrou
de bom nos lugares pôr onde passou, não poderá
encontrar outra coisa pôr aqui. Aquele que
encontrou amigos ali, também os encontrará aqui. Somos
todos viajantes no tempo e o futuro
de cada um de nós está escrito no passado. Ou seja,
cada um encontra na vida exatamente aquilo
que traz dentro de si mesmo. O ambiente, o presente e o
futuro somos nós que criamos e isso só
depende de nós mesmos.


Acredite
Você precisa ter sonhos,
para que possa se levantar, todas as vezes que cair.
Acreditar que a toda hora,
acontecerá coisas boas e mudar o rumo da sua vida.

Você precisa ter sonhos grandes e pequenos,
os pequenos, são as felicidades mais rápidas,
os grandes, lhe darão força para suportar
o fracasso dos sonhos pequenos.

Você tem que regar os teus sonhos todos os dias,
assim como se rega uma planta para que cresça...
Você precisa dizer sempre à você mesmo:
-Vou conseguir! -vou superar!
-vou chegar no meu sonho!

Fazendo isso, você estará cultivando sua luz,
a luz de sempre ter esperanças,
que nunca poderá se apagar,
pois ela é a imagem que você
pode passar para as outras pessoas,
e através dessa luz que todos vão lhe admirar,
acreditar em você e te seguir.

Mire na Lua, pois se você não puder atingi-las,
com certeza irá conhecer grandes estrelas...
ou quem sabe, poder ser uma delas!

Que tipo de pessoas vivem nesse lugar?


Conta uma popular lenda do Oriente, que um jovem chegou
à beira de um oásis, junto a um povoado
e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:
Que tipo de pessoas vive neste lugar?
Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem? -
Perguntou pôr sua vez o ancião.
Oh! Um grupo de egoístas e malvados - replicou-lhe o
rapaz - estou satisfeito de haver
saído de lá.
A isso o velho replicou: a mesma coisa você haverá de
encontrar pôr aqui.
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para
beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
Que tipo de pessoas vive pôr aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta:
Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu:
Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas,
hospitaleiras. Fiquei muito triste pôr ter
de deixá-las.
O mesmo encontrará pôr aqui, respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou
ao velho:
Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma
pergunta?

Ao que o velho respondeu:
Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que
vive. Aquele que nada encontrou
de bom nos lugares pôr onde passou, não poderá
encontrar outra coisa pôr aqui. Aquele que
encontrou amigos ali, também os encontrará aqui. Somos
todos viajantes no tempo e o futuro
de cada um de nós está escrito no passado. Ou seja,
cada um encontra na vida exatamente aquilo
que traz dentro de si mesmo. O ambiente, o presente e o
futuro somos nós que criamos e isso só
depende de nós mesmos.